Procura um SUV premium, mas já está farto das opções do costume? Então este texto é para si.
Foi entre as paisagens impressionantes da Riviera Francesa que conduzimos o renovado DS 7, um dos pilares da marca francesa.
Ao volante, experimentámos as variantes E-Tense, híbridas plug-in com 225 cv e 360 cv - duas propostas bem diferentes dentro de um modelo que, desde a estreia, já ultrapassou as 120 000 unidades vendidas em todo o mundo.
As distinções saltam à vista, embora existam também alguns pontos em comum.
Potência mais que suficiente
Com 225 cv disponíveis, em nenhum instante se pode falar de falta de «impulso». Trata-se de um SUV que cumpre os 0-100 km/h menos de 8,5s.
Se estes valores não lhe dizem muito, na prática significam que este SUV faz ultrapassagens rápidas e seguras sem esforço, quer em estrada, quer em autoestrada.
E é precisamente nesse cenário que o DS 7 evidencia melhor as suas virtudes. É um estradista que honra os pergaminhos de conforto da marca francesa.
Já em ambiente urbano, o destaque vai para a autonomia em modo 100% elétrico. Em todas as versões híbridas plug-in surge a nova bateria de 14,2 kWh, permitindo uma autonomia elétrica homologada entre 58 km e 67 km, consoante a versão.
"Equipado com um motor elétrico de 110 cv, o DS 7 225 tem aquilo que é preciso para não depender do motor a combustão numa utilização citadina."
Tal como mencionámos no vídeo, esta combinação tecnológica é ideal para quem não quer ver a mobilidade condicionada pelos postos carregamentos.
Quando a potência não é tudo
O DS 7 E-Tense 225 já oferece potência mais do que suficiente para um SUV deste tipo. Ainda assim, há quem procure sensações mais «intensas».
"A marca francesa foi bater à porta da divisão DS Performance e nasceu uma versão mais desportiva, o DS 7 E-Tense 360 4×4."
E não estamos perante uma simples subida de potência. O DS 7 E-Tense 4×4 360 faz dos 0 a 100 km/h em apenas 5,6s. Os engenheiros da marca francesa mudaram profundamente este SUV familiar.
O chassis passou a ter uma afinação própria assinada pela DS PERFORMANCE. A suspensão ficou mais baixa em 15 mm para baixar o centro gravítico, e as vias foram alargadas (24 mm à frente e 10 mm atrás) com o objetivo de reforçar a estabilidade.
O efeito destas alterações percebe-se assim que entramos num ritmo mais vivo em curva. É aí que surge o verdadeiro prazer ao volante. Quem gosta de carros sabe que a potência não é tudo - e os técnicos da DS Performance também.
Isto não significa que o DS 7, nesta configuração DS Performance, seja um desportivo - claro que não. Porém, continua a ser um SUV familiar com capacidade para nos divertir numa estrada mais revirada. E nem todos o conseguem…
Ainda bem que a travagem foi tratada com a mesma atenção. Encontramos discos dianteiros de 300 mm de diâmetro e pinças específicas DS Performance. Afinal, estamos a falar de quase duas toneladas.
Muita tecnologia ao nosso serviço
Mesmo correndo o risco de repetir o que já dissemos no vídeo, existem novidades importantes, sobretudo no habitáculo.
A principal é o novo sistema multimédia DS IRIS. Traz menus renovados, maior definição nos ecrãs de 12″ polegadas” e novas funções - entre as quais um sistema de reconhecimento e comandos por voz. Além disso, a ligação a Android Auto e Apple CarPlay passa a ser sem fios.
Nos equipamentos disponíveis, mantêm-se a visão noturna e a suspensão DS ACTIVE SCAN SUSPENSION, que ajusta antecipadamente os amortecedores às condições do piso com base nos dados recolhidos pela câmara frontal - vejam o vídeo em destaque, onde explicamos o funcionamento deste sistema.
No capítulo da iluminação noturna, os faróis do DS 7 continuam a incluir o sistema que a marca francesa designa por PIXEL LED VISION 3.0. O módulo principal integra 84 LED individuais. Segundo a DS, o feixe é mais potente e homogéneo, garantindo maior alcance (380 m) e maior largura (65 m a menos de 50 km/h).
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